Mentira: ato de mentir; falsidade; lorota; tapeação
Barão Vermelho - Maior Abandonado
Ana Carolina - Trancado
Nando Reis - Cegos no castelo
Marina Lima - O Chamado
Zeca Pagodinho - Minta meu sonho
quarta-feira, 31 de março de 2010
Aonde caem as estrelas cadentes?
Quatro, cinco ou mais adolescentes deitados na calçada olhando o céu. Aflitos, esperávamos a chance de que nossos desejos pudessem ser realizados. Quando de repente uma estrela cadente se joga, atravessa o breu noturno como se fizesse isso apenas para ouvir nossos pedidos.
Maíra, Dida e Iara faziam desses momentos uma festa. Apontavam, gritavam e alarmavam que a estrela cadente passava, quando via estavam em meio a pedidos e risos para que tudo desse certo. Eu ria e me divertia muito, gostava de ficar ali parado, deitado e despreocupado. Também fazia meus pedidos, mas sem tanto alarde.
Não me lembro das coisas que pedi há pouco mais de 10 anos, mas sei que foram pedidos que não aliviariam as angústias e as preocupações de hoje. Talvez nem tenham sido realizados, mas sei que foram feitos em momentos felizes, noites normalmente felizes.
Nossas noite eram tão inocentes, quando apenas estávamos ali deitados. Noites que eram tão indecentes, quando eu falava as besteiras ou as "danças sensuais" (sim, sempre fui ridículo em público). E noites tão sagradas, quando fazíamos daquilo um ritual diário, ou quase isso. Um católico, duas protestantes, uma espírita e nenhum atrito ou diferença nisso.
Conversando por e-mails com a Dida, dias atrás, relembramos um pouco dessa nossa boa fase. Ela se identificou com um post e logo vieram nossas noites no chão da rua. A amiga de longa data me disse: "Que saudade que me deu e logo me veio uma frase na cabeça que descreve bem a saudade daqueles tempos: 'Eu nunca mais vi estrelas cadentes'".
Estrelas cadentes, por onde será que elas estão a cair? Qualquer noite dessas irei para rua, deitar com aquele sossego de antes e esperar para fazer meus pedidos. Esperar que tudo volte a ser como antes. Nós, a rua, o céu e as estrelas caindo diante dos nossos olhos naquela festa de sempre.
Gilberto Gil - Estrela
Maíra, Dida e Iara faziam desses momentos uma festa. Apontavam, gritavam e alarmavam que a estrela cadente passava, quando via estavam em meio a pedidos e risos para que tudo desse certo. Eu ria e me divertia muito, gostava de ficar ali parado, deitado e despreocupado. Também fazia meus pedidos, mas sem tanto alarde.
Não me lembro das coisas que pedi há pouco mais de 10 anos, mas sei que foram pedidos que não aliviariam as angústias e as preocupações de hoje. Talvez nem tenham sido realizados, mas sei que foram feitos em momentos felizes, noites normalmente felizes.
Nossas noite eram tão inocentes, quando apenas estávamos ali deitados. Noites que eram tão indecentes, quando eu falava as besteiras ou as "danças sensuais" (sim, sempre fui ridículo em público). E noites tão sagradas, quando fazíamos daquilo um ritual diário, ou quase isso. Um católico, duas protestantes, uma espírita e nenhum atrito ou diferença nisso.
Conversando por e-mails com a Dida, dias atrás, relembramos um pouco dessa nossa boa fase. Ela se identificou com um post e logo vieram nossas noites no chão da rua. A amiga de longa data me disse: "Que saudade que me deu e logo me veio uma frase na cabeça que descreve bem a saudade daqueles tempos: 'Eu nunca mais vi estrelas cadentes'".
Estrelas cadentes, por onde será que elas estão a cair? Qualquer noite dessas irei para rua, deitar com aquele sossego de antes e esperar para fazer meus pedidos. Esperar que tudo volte a ser como antes. Nós, a rua, o céu e as estrelas caindo diante dos nossos olhos naquela festa de sempre.
Gilberto Gil - Estrela
terça-feira, 30 de março de 2010
Momento Guimarães Rosa
"Deus nos dá pessoas e coisas,
para aprendermos a alegria...
Depois, retoma coisas e pessoas
para ver se já somos capazes da alegria
sozinhos...
Essa... a alegria que ele quer"
"Os outros eu conheci por ocioso acaso. A ti vim encontrar porque era preciso. "
"O correr da vida embrulha tudo.
A vida é assim: esquenta e esfria,
aperta e daí afrouxa,
sossega e depois desinquieta.
O que ela quer da gente é coragem"
"O mundo é mágico.
As pessoas não morrem, ficam encantadas"
para aprendermos a alegria...
Depois, retoma coisas e pessoas
para ver se já somos capazes da alegria
sozinhos...
Essa... a alegria que ele quer"
"Os outros eu conheci por ocioso acaso. A ti vim encontrar porque era preciso. "
"O correr da vida embrulha tudo.
A vida é assim: esquenta e esfria,
aperta e daí afrouxa,
sossega e depois desinquieta.
O que ela quer da gente é coragem"
"O mundo é mágico.
As pessoas não morrem, ficam encantadas"
segunda-feira, 29 de março de 2010
Brasileiro
texto do jornalista Severino Francisco*
Calma, leitor de ressaca, pois esta crônica vai começar na academia, mas vai terminar em samba ou ao menos em chorinho. Eu tinha, em uma faculdade, dois alunos chamados Vinícius com os respectivos sobrenomes de Brasileiro e Elias. Os nomes foram inspirados no poeta Vinícius de Morais, que se dizia o branco mais preto do Brasil. Sempre confundia os sobrenomes e, para me justificar, inventei a versão de que o verdadeiro Vinícius Brasileiro era o falso, ou seja, o Vinícius Elias, pois ele gostava muito de samba, parecendo vir para a aula diretamente da Aruc ou da Acadêmicos da Asa Norte. Bastava que se fizesse qualquer menção à história do samba para que imediatamente o coração de Vinícius começasse a bater no pulmão em ritmo de pandeiro, uma cuíca lhe roncasse na barriga, um tamborim percutisse no pulso e uma chispa de curiosidade se acendesse nos seus olhos: "Vou fazer uma monografia de conclusão do curso sobre o samba e você vai ser o meu orientador", ameaçou o sambista.
No último semestre, Vinícius efetivamente me procurou. A verdade é que tive um trabalho mínimo, reduzindo-me quase à condição de um orientador-laranja, pois com sua gana pelo tema, Vinícius realizou uma verdadeira varredura em bibliotecas, livrarias e sebos. O resultado foi um belo trabalho que, contrariamente ao senso comum de que o samba seria mera alienação, revelava que as letras das canções narravam uma verdadeira história não-oficial brasileira, do ponto de vista das classes populares. Só faltava a defesa pública diante de uma banca examinadora.
Pois bem, no dia marcado, Vinícius começou a realizar sua exposição com desembaraço. Ele evocou a história do surgimento do samba no Rio de Janeiro da virada inicial do século 20, quando o prefeito Pereira Passos promoveu uma modernização da cidade. Civilizar significava desafricanizar o Rio de Janeiro. Passos expulsou do centro a população dos negros africanos recém-libertos pela Abolição e a empurrou para os morros, onde se improvisariam as favelas. Nas casas das chamadas tias baianas, as tias do candomblé, nasceria o samba, este moleque desabusado. A voz do morro, sim senhor, arte de transformar a dor em alegria, a desgraça em graça, a história oficial em crônica popular bem-humorada.
Mas, de repente, Vinícius colocou as mãos sobre o rosto e estacou por uns 20 segundos:"O que houve Vinícius, está recebendo o santo?", perguntei. "Não, ele está chorando e eu não posso ver aluno chorando porque também choro", respondeu uma das professoras da banca examinadora. Em seguida olhei para o auditório e percebi que todas as 15 colegas do Vinícius também estavam tomadas pela comoção e choravam torrencialmente. Depois de alguns minutos de catarse coletiva, Vinícius recobrou a fala, realizou sua defesa e foi aprovado. "Que vexame, um sambista chorar na frente das moças", provoquei, no dia seguinte. Todos se derramaram, sem saber por quê, intuindo secretamente que algo de grave se passara dentro de Vinícius. Mas ele conhecia o mistério:"É que quando eu estava falando, me lembrei do meu bisavô, que era escravo. A história do samba também é um pouco a minha história". Mas chega de choro, chorinho bom é o do Pixinguinha ou do nosso Clube do Choro, no Eixo Monumental.
(*publicado no caderno Cidades, do jornal Correio Braziliense, na edição de 04/02/08.)
Marisa Monte e Velha Guarda da Portela (Doca, Eunice e Surica) - Ensaboa/Quantas Lágrimas
Calma, leitor de ressaca, pois esta crônica vai começar na academia, mas vai terminar em samba ou ao menos em chorinho. Eu tinha, em uma faculdade, dois alunos chamados Vinícius com os respectivos sobrenomes de Brasileiro e Elias. Os nomes foram inspirados no poeta Vinícius de Morais, que se dizia o branco mais preto do Brasil. Sempre confundia os sobrenomes e, para me justificar, inventei a versão de que o verdadeiro Vinícius Brasileiro era o falso, ou seja, o Vinícius Elias, pois ele gostava muito de samba, parecendo vir para a aula diretamente da Aruc ou da Acadêmicos da Asa Norte. Bastava que se fizesse qualquer menção à história do samba para que imediatamente o coração de Vinícius começasse a bater no pulmão em ritmo de pandeiro, uma cuíca lhe roncasse na barriga, um tamborim percutisse no pulso e uma chispa de curiosidade se acendesse nos seus olhos: "Vou fazer uma monografia de conclusão do curso sobre o samba e você vai ser o meu orientador", ameaçou o sambista.
No último semestre, Vinícius efetivamente me procurou. A verdade é que tive um trabalho mínimo, reduzindo-me quase à condição de um orientador-laranja, pois com sua gana pelo tema, Vinícius realizou uma verdadeira varredura em bibliotecas, livrarias e sebos. O resultado foi um belo trabalho que, contrariamente ao senso comum de que o samba seria mera alienação, revelava que as letras das canções narravam uma verdadeira história não-oficial brasileira, do ponto de vista das classes populares. Só faltava a defesa pública diante de uma banca examinadora.
Pois bem, no dia marcado, Vinícius começou a realizar sua exposição com desembaraço. Ele evocou a história do surgimento do samba no Rio de Janeiro da virada inicial do século 20, quando o prefeito Pereira Passos promoveu uma modernização da cidade. Civilizar significava desafricanizar o Rio de Janeiro. Passos expulsou do centro a população dos negros africanos recém-libertos pela Abolição e a empurrou para os morros, onde se improvisariam as favelas. Nas casas das chamadas tias baianas, as tias do candomblé, nasceria o samba, este moleque desabusado. A voz do morro, sim senhor, arte de transformar a dor em alegria, a desgraça em graça, a história oficial em crônica popular bem-humorada.
Mas, de repente, Vinícius colocou as mãos sobre o rosto e estacou por uns 20 segundos:"O que houve Vinícius, está recebendo o santo?", perguntei. "Não, ele está chorando e eu não posso ver aluno chorando porque também choro", respondeu uma das professoras da banca examinadora. Em seguida olhei para o auditório e percebi que todas as 15 colegas do Vinícius também estavam tomadas pela comoção e choravam torrencialmente. Depois de alguns minutos de catarse coletiva, Vinícius recobrou a fala, realizou sua defesa e foi aprovado. "Que vexame, um sambista chorar na frente das moças", provoquei, no dia seguinte. Todos se derramaram, sem saber por quê, intuindo secretamente que algo de grave se passara dentro de Vinícius. Mas ele conhecia o mistério:"É que quando eu estava falando, me lembrei do meu bisavô, que era escravo. A história do samba também é um pouco a minha história". Mas chega de choro, chorinho bom é o do Pixinguinha ou do nosso Clube do Choro, no Eixo Monumental.
(*publicado no caderno Cidades, do jornal Correio Braziliense, na edição de 04/02/08.)
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Dicionário Musical: bebê
Bebê: Nenê, criança de colo
Tribalistas - Anjo da Guarda
Palavra Cantada - Sopa
Cazuza - Minha flor, meu bebê
Clássicos Disney (Dumbo) - Meu bebê
Vander Lee - Nenêm
Beth Carvalho - Não chora, nenêm
Raimundos - Nana nenêm
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Marina, mais linda
Agora é tempo de amar.
Amor assim, sem fim.
Extenso, largo, profundo e forte como o mar.
Agora é tempo de, sorrindo, chorar,
de ninar a boneca menina.
Tempo de acalmar o coração de mãe aflita
e apenas poder cantar uma cantiga, Marina.
Dorme Marina, dorme.
Que os olhos estão a te vigiar.
Deita e cochila, não fique aflita.
Tens aqui todo o amor que precisar.
Se acolhe no colo de mãe linda,
se aconchega no seio da tua vida.
Se abriga! Descança onde nada te causará ferida.
E essa menina, será que é do mar?
Será que o mar é dessa menina?
Será Marina, será menina pra se amar.
Pequenos olhos ainda,
és a pequena dos olhos da vida.
Pequena menina, Marina.
Pequena menina, mais linda.
Amor assim, sem fim.
Extenso, largo, profundo e forte como o mar.
Agora é tempo de, sorrindo, chorar,
de ninar a boneca menina.
Tempo de acalmar o coração de mãe aflita
e apenas poder cantar uma cantiga, Marina.
Dorme Marina, dorme.
Que os olhos estão a te vigiar.
Deita e cochila, não fique aflita.
Tens aqui todo o amor que precisar.
Se acolhe no colo de mãe linda,
se aconchega no seio da tua vida.
Se abriga! Descança onde nada te causará ferida.
E essa menina, será que é do mar?
Será que o mar é dessa menina?
Será Marina, será menina pra se amar.
Pequenos olhos ainda,
és a pequena dos olhos da vida.
Pequena menina, Marina.
Pequena menina, mais linda.
domingo, 28 de março de 2010
Momento Martha Medeiros
"Sempre desprezei as coisas mornas, as coisas que não provocam ódio nem paixão, as coisas definidas como mais ou menos, um filme mais ou menos, um livro mais ou menos.
Tudo perda de tempo.
Viver tem que ser perturbador, é preciso que nossos anjos e demônios sejam despertados, e com eles sua raiva, seu orgulho, seu asco, sua adoração ou seu desprezo.
O que não faz você mover um músculo, o que não faz você estremecer, suar, desatinar, não merece fazer parte da sua biografia." (trecho de O Divã)
"Incertos são nossos amores, e por isso é tão importante sentir-se bem mesmo estando só."
"Desaprender para aprender. Deletar para escrever em cima.
Houve um tempo em que eu pensava que, para isso, seria preciso nascer de novo, mas hoje sei que dá pra renascer várias vezes nesta mesma vida. Basta desaprender o receio de mudar."
"Toda felicidade é construída por emoções secretas. Podem até comentar sobre nós, mas nos capturar, só com a nossa permissão."
Tudo perda de tempo.
Viver tem que ser perturbador, é preciso que nossos anjos e demônios sejam despertados, e com eles sua raiva, seu orgulho, seu asco, sua adoração ou seu desprezo.
O que não faz você mover um músculo, o que não faz você estremecer, suar, desatinar, não merece fazer parte da sua biografia." (trecho de O Divã)
"Incertos são nossos amores, e por isso é tão importante sentir-se bem mesmo estando só."
"Desaprender para aprender. Deletar para escrever em cima.
Houve um tempo em que eu pensava que, para isso, seria preciso nascer de novo, mas hoje sei que dá pra renascer várias vezes nesta mesma vida. Basta desaprender o receio de mudar."
"Toda felicidade é construída por emoções secretas. Podem até comentar sobre nós, mas nos capturar, só com a nossa permissão."
Canções Amigas
Cachos pra lá, cachos pra cá... já tive uma namoradinha que era quase um clone. Nossos cabelos cacheados e escuros eram uma das inúmeras afinidades. Que menina bacana, que amiga e vizinha fantástica. Nossa adolescência boba e cheia de histórias resultou em uma paixãozinha.
Foi bacana, hoje somos colegas de profissão e ainda bons amigos. Ela noiva e feliz com sua pequena e gostosa filhota. Eu com minha cachorra, meus peixes, meus blogs e histórias pra contar. (hehehehe)
Das muitas besteiras e coisas divertidas de adolescente, a sua risada era o que mais gostava. Ríamos da sua risada. Seu riso soluçado, ou soluço risonho? Uma risada interrompida por uma falta de ar que, rapidamente, retomava o fôlego e ria novamente. Como diria Renato Russo: "um sorriso bobo, parecido com soluço".
Legião Urbana - Vamos fazer um filme
Foi bacana, hoje somos colegas de profissão e ainda bons amigos. Ela noiva e feliz com sua pequena e gostosa filhota. Eu com minha cachorra, meus peixes, meus blogs e histórias pra contar. (hehehehe)
Das muitas besteiras e coisas divertidas de adolescente, a sua risada era o que mais gostava. Ríamos da sua risada. Seu riso soluçado, ou soluço risonho? Uma risada interrompida por uma falta de ar que, rapidamente, retomava o fôlego e ria novamente. Como diria Renato Russo: "um sorriso bobo, parecido com soluço".
Legião Urbana - Vamos fazer um filme
sábado, 27 de março de 2010
Momento Renato Russo
Se fiquei esperando meu amor passar
Se fiquei esperando meu amor passar
Já me basta que então, eu não sabia amar
e me via perdido e vivendo em erro
Sem querer me machucar de novo
Por culpa do amor
Mas você e eu podemos namorar.
E era simples: ficamos fortes.
Quando se aprende a amar
O mundo passa a ser seu.
Quando se aprende a amar
O mundo passa a ser seu.
Sei rimar romã com travesseiro
Quero a minha nação soberana
Com espaço, nobreza e descanso.
Se fiquei esperando meu amor passar
Já me basta que estava então longe de sereno
E fiquei tanto tempo duvidando de mim
Por fazer amor fazer sentido.
Começo a ficar livre
Espero. Acho que sim.
De olhos fechados não me vejo
E, você sorriu pra mim.
"Cordeiro de Deus que tirai os pecados do mundo,
Tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirai os pecados do mundo,
Tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirai os pecados do mundo,
Dai-nos a paz."
Legião Urbana - Se Fiquei Esperando o Meu Amor Passar / Será
Se fiquei esperando meu amor passar
Já me basta que então, eu não sabia amar
e me via perdido e vivendo em erro
Sem querer me machucar de novo
Por culpa do amor
Mas você e eu podemos namorar.
E era simples: ficamos fortes.
Quando se aprende a amar
O mundo passa a ser seu.
Quando se aprende a amar
O mundo passa a ser seu.
Sei rimar romã com travesseiro
Quero a minha nação soberana
Com espaço, nobreza e descanso.
Se fiquei esperando meu amor passar
Já me basta que estava então longe de sereno
E fiquei tanto tempo duvidando de mim
Por fazer amor fazer sentido.
Começo a ficar livre
Espero. Acho que sim.
De olhos fechados não me vejo
E, você sorriu pra mim.
"Cordeiro de Deus que tirai os pecados do mundo,
Tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirai os pecados do mundo,
Tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirai os pecados do mundo,
Dai-nos a paz."
Legião Urbana - Se Fiquei Esperando o Meu Amor Passar / Será
sexta-feira, 26 de março de 2010
De volta ao lar!
A gente só precisa de algum tempo, dias ou semanas longe da família pra comecer a entender a importância dela na nossa vida. Um rotina mudada de um dia para o outro e que é sentida facilmente. Estes pouco mais de 15 dias foram de casa muito vazia e silenciosa. O que não faz parte da rotina da minha.
Ironicamente, o dia de ontem (25) amanheceu frio e nublado. O sol timidamente fez algumas aparições e ventava muito. Com a chegada da tarde a meteorologia também ganhou novas previsões. Conforme minha família chegava mais perto do lar, o sol e o calor aumentavam. Não demorou muito o sol brilhava forte e a casa se enchia de gente, sons e abraços.
Até a cachorra (desanimada e sem comer direito nos últimos dias) balançou seu rabo com mais vigor, seguido por seu rebolado único, ao ver meus pais e meu irmão entrando pelo portão amarelo e longo. Todos recepcionados por minha vó contente e com saudades dos espirros escandalosos da minha mãe, da barulheira e da movimentação que todos fazemos.
Minha mãe dizia o quanto me queria por perto, ao seu lado. Quase chorando, como se jamais fosse me ver novamente. Sorrindo expus tudo o que queria e sentia, a contra gosto ela parece ter entendido meus anseios, mesmo não aceitando. Mudou de assunto e conversamos sobre a viagem e as coisas engraçadas que só acontecem com ela. Seguidas por aquela gargalhada gostosa, que ninguém além dela sabe dar, a casa toda ria junto.
Meu pai já largava as malas e tocava seu bandolim casa afora. Como exorcizando o vazio e o silêncio. Com seu jeito sério perguntou como eu estava. Ao mesmo tempo em que o seu olhar também queria me dizer as mesmas coisas que minha mãe havia me pedido. Mas seu jeito comedido esperaria que eu chegasse até ele e tratasse do assunto, para que só então desse a sua opinião.
Meu irmão, agitado, chegou fazendo perguntas sobre o seu filho e quase ignorando que passamos este tempo longe. Mas voltou diferente. Nossos diálogos estavam mais afetivos, porém ainda diretos e um pouco distantes. Ele também deve estar cheio de questionamentos quanto aos meus planos. Só que essas perguntas ele fará para nossa mãe, se eu o bem conheço (e conheço).
Com o passar da tarde, e tudo de volta a normalidade, o tempo retomou suas nuvens carregadas e escuras. Uma chuva leve e constante lavou e levou os resquícios daquela saudade quinzenal. Histórias, risadas, gargalhadas e bronzes enfeitaram a casa desde então. Família, tudo isso e mais um pouco.
Agora a casa era, novamente, um lar.
Simone e Zélia Duncan - Tô voltando
Ironicamente, o dia de ontem (25) amanheceu frio e nublado. O sol timidamente fez algumas aparições e ventava muito. Com a chegada da tarde a meteorologia também ganhou novas previsões. Conforme minha família chegava mais perto do lar, o sol e o calor aumentavam. Não demorou muito o sol brilhava forte e a casa se enchia de gente, sons e abraços.
Até a cachorra (desanimada e sem comer direito nos últimos dias) balançou seu rabo com mais vigor, seguido por seu rebolado único, ao ver meus pais e meu irmão entrando pelo portão amarelo e longo. Todos recepcionados por minha vó contente e com saudades dos espirros escandalosos da minha mãe, da barulheira e da movimentação que todos fazemos.
Minha mãe dizia o quanto me queria por perto, ao seu lado. Quase chorando, como se jamais fosse me ver novamente. Sorrindo expus tudo o que queria e sentia, a contra gosto ela parece ter entendido meus anseios, mesmo não aceitando. Mudou de assunto e conversamos sobre a viagem e as coisas engraçadas que só acontecem com ela. Seguidas por aquela gargalhada gostosa, que ninguém além dela sabe dar, a casa toda ria junto.
Meu pai já largava as malas e tocava seu bandolim casa afora. Como exorcizando o vazio e o silêncio. Com seu jeito sério perguntou como eu estava. Ao mesmo tempo em que o seu olhar também queria me dizer as mesmas coisas que minha mãe havia me pedido. Mas seu jeito comedido esperaria que eu chegasse até ele e tratasse do assunto, para que só então desse a sua opinião.
Meu irmão, agitado, chegou fazendo perguntas sobre o seu filho e quase ignorando que passamos este tempo longe. Mas voltou diferente. Nossos diálogos estavam mais afetivos, porém ainda diretos e um pouco distantes. Ele também deve estar cheio de questionamentos quanto aos meus planos. Só que essas perguntas ele fará para nossa mãe, se eu o bem conheço (e conheço).
Com o passar da tarde, e tudo de volta a normalidade, o tempo retomou suas nuvens carregadas e escuras. Uma chuva leve e constante lavou e levou os resquícios daquela saudade quinzenal. Histórias, risadas, gargalhadas e bronzes enfeitaram a casa desde então. Família, tudo isso e mais um pouco.
Agora a casa era, novamente, um lar.
Simone e Zélia Duncan - Tô voltando
Raul Seixas: o início, o fim e o meio
O cinema nacional revive uma ótima fase tanto na produção quanto na audiência. Não é difícil ver as salas de exibição lotadas por um público ávido pela produção nacional. No ano passado uma série de filmes contando as histórias de grandes nomes da nossa música e da nossa cultura popular foram protagonistas da sétima arte.
Agora é a vez do nosso Maluco Beleza, Raul Seixas, ganhar seu devido e merecido espaço nas telonas. Raul foi um gênio da música brasileira com suas letras subliminares que diziam tudo aquilo que a ditadura não queria que fosse dito. Raul foi a mosca na sopa dos militares
Nosso primeiro e verdadeiro roqueiro, pelo menos na minha avaliação, foi Rauzito. Ao lado de Rita Lee, é nosso vovô do rock nacional. Salve Raul! Salve a Metamorfose Ambulante! Raul: o início, o fim e o meio.
Raul Seixas: o início, o fim e o meio
Agora é a vez do nosso Maluco Beleza, Raul Seixas, ganhar seu devido e merecido espaço nas telonas. Raul foi um gênio da música brasileira com suas letras subliminares que diziam tudo aquilo que a ditadura não queria que fosse dito. Raul foi a mosca na sopa dos militares
Nosso primeiro e verdadeiro roqueiro, pelo menos na minha avaliação, foi Rauzito. Ao lado de Rita Lee, é nosso vovô do rock nacional. Salve Raul! Salve a Metamorfose Ambulante! Raul: o início, o fim e o meio.
Raul Seixas: o início, o fim e o meio
quinta-feira, 25 de março de 2010
Momento Fernando Sabino
"De tudo ficaram três coisas...
A certeza de que estamos começando...
A certeza de que é preciso continuar...
A certeza de que podemos ser interrompidos antes de terminar...
Façamos da interrupção um caminho novo...
Da queda, um passo de dança...
Do medo, uma escada...
Do sonho, uma ponte...
Da procura, um encontro!"
''No fim tudo dá certo, se não deu certo é porque ainda não chegou ao fim.''
"O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis."
"Antes de mais nada fica estabelecido que ninguém vai tirar meu bom humor."
"Matar não é tão grave como impedir que alguém nasça, tirar a sua única oportunidade de ser. O aborto é o mais horrendo e abjeto dos crimes. Nada mais terrível do que não ter nascido!"
A certeza de que estamos começando...
A certeza de que é preciso continuar...
A certeza de que podemos ser interrompidos antes de terminar...
Façamos da interrupção um caminho novo...
Da queda, um passo de dança...
Do medo, uma escada...
Do sonho, uma ponte...
Da procura, um encontro!"
''No fim tudo dá certo, se não deu certo é porque ainda não chegou ao fim.''
"O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis."
"Antes de mais nada fica estabelecido que ninguém vai tirar meu bom humor."
"Matar não é tão grave como impedir que alguém nasça, tirar a sua única oportunidade de ser. O aborto é o mais horrendo e abjeto dos crimes. Nada mais terrível do que não ter nascido!"
Desilusão e a Solidão
"Sabe como é, a gente tem medo de sofrer as mesmas coisas, né? Quando o coração fica calejado é difícil expô-lo novamente", falei tentando traduzir o que aquela pessoa tão especial sentia. Eu entendia seus anseios e seus sentimentos. Tudo o que se passava naquela cabeça também passava, de certa forma, pela minha.
Eu não sei, sou uma das pessoas mais suspeitas pra falar de sentimentos e relacionamentos. Sou um ser humano muito passional e preciso de afeto e carinho sempre. Talvez por isso seja tão difícil me desvincular de sentimentos e lembranças intensas.
Cancerianamente falando as lembranças são meu combustível. Coisas boas, ruins... não me diga nada que você vá se arrepender, porque provavelmente eu não me esquecerei de nenhuma palavra. Da mesma forma que cada gesto e toque será lembrado, eternamente.
Alguns dias atrás lutava contra mim, tentando me convencer de que não amava mais. Mas percebi que este não é o caminho. Assumi: amo!, mas infelizmente não sou amado. Não sei se será a solução, mas acho que ter essa certeza melhorou e muito a confusão aqui dentro.
O que fazer? Desistir de amar? Não, eu prefiro o risco de uma possível desilusão, do que a certeza da eterna solidão.
João Bosco - Caminhos cruzados
Eu não sei, sou uma das pessoas mais suspeitas pra falar de sentimentos e relacionamentos. Sou um ser humano muito passional e preciso de afeto e carinho sempre. Talvez por isso seja tão difícil me desvincular de sentimentos e lembranças intensas.
Cancerianamente falando as lembranças são meu combustível. Coisas boas, ruins... não me diga nada que você vá se arrepender, porque provavelmente eu não me esquecerei de nenhuma palavra. Da mesma forma que cada gesto e toque será lembrado, eternamente.
Alguns dias atrás lutava contra mim, tentando me convencer de que não amava mais. Mas percebi que este não é o caminho. Assumi: amo!, mas infelizmente não sou amado. Não sei se será a solução, mas acho que ter essa certeza melhorou e muito a confusão aqui dentro.
O que fazer? Desistir de amar? Não, eu prefiro o risco de uma possível desilusão, do que a certeza da eterna solidão.
João Bosco - Caminhos cruzados
quarta-feira, 24 de março de 2010
Salve Ben Jor!
No último dia 22 (segunda-feira) um dos grandes nomes da nossa música comemorou mais um ano de vida. Jorge Duílio Lima Menezes, Jorge Ben Jor, chega aos 68 anos com muito suíngue e música na bagagem.
Jorge Ben Jor e Ivete Sangalo - Por causa de você menina
Filho de músico, aos 18 anos ganhour seu violão e pocuo tempo depois tocava bossa nova e rock nas festas dos amigos. Iniciou sua carreira artística em 1961, como pandeirista, ao lado do Copa Trio, se apresentando no Beco das Garrafas (RJ). Em seguida, apresentou-se no Bottle's, também no Beco, cantando e tocando suas músicas. Também nessa época, se apresentou como cantor de rock, na boate Plaza (RJ).
Jorge Ben Jor - Mas que nada
Em 1963, realizou sua primeira participação em estúdio, como "crooner" nas faixas "Mas que nada" e "Por causa de você, menina", todas de sua autoria, incluídas no LP "Tudo azul", de Zé Maria. Em seguida, foi contratado pela gravadora Philips, e gravou essas duas músicas, acompanhado pelo Copa Cinco. O disco foi um sucesso. Nesse mesmo ano, gravou seu primeiro LP, "Samba esquema novo", contendo essas duas canções, além de "Chove chuva", que veio consolidar seu sucesso como cantor e compositor. O disco vendeu 100 mil cópias, algo incomum para a época.
Jorge Ben Jor - Chove Chuva
Nos anos seguintes mais LPs e sucessos fizeram parte da brilahnte carreira de Ben Jor. Atualmente seus antigos sucesso são facilmente conhecidos por jovens. Seja por ouvir o bom e velho suíngue do cantor entre as canções dos seus pais, ou quando Sérgio Mendes regrava o sucesso ao lado do grupo The Black Eyed Peas. Tornando, mais uma vez, um hit das paradas.
Sérgio Mendes e The Black Eyed Peas - Mas que nada
Só me resta desejar mais e mais sucesso ao nosso mestre do suíngue. Que venham novos hits, novas canções e novas parcerias pela frente. Salev Ben Jor! Salve o suíngue! Salve a simpatia! Salve a música brasileira!
Jorge Ben Jor e Caetano Veloso - Ive Brussel
Jorge Ben Jor e Zeca Pagodinho - Taj Mahal e Fio Maravilha
Jorge Ben Jor e Ivete Sangalo - Por causa de você menina
Filho de músico, aos 18 anos ganhour seu violão e pocuo tempo depois tocava bossa nova e rock nas festas dos amigos. Iniciou sua carreira artística em 1961, como pandeirista, ao lado do Copa Trio, se apresentando no Beco das Garrafas (RJ). Em seguida, apresentou-se no Bottle's, também no Beco, cantando e tocando suas músicas. Também nessa época, se apresentou como cantor de rock, na boate Plaza (RJ).
Jorge Ben Jor - Mas que nada
Em 1963, realizou sua primeira participação em estúdio, como "crooner" nas faixas "Mas que nada" e "Por causa de você, menina", todas de sua autoria, incluídas no LP "Tudo azul", de Zé Maria. Em seguida, foi contratado pela gravadora Philips, e gravou essas duas músicas, acompanhado pelo Copa Cinco. O disco foi um sucesso. Nesse mesmo ano, gravou seu primeiro LP, "Samba esquema novo", contendo essas duas canções, além de "Chove chuva", que veio consolidar seu sucesso como cantor e compositor. O disco vendeu 100 mil cópias, algo incomum para a época.
Jorge Ben Jor - Chove Chuva
Nos anos seguintes mais LPs e sucessos fizeram parte da brilahnte carreira de Ben Jor. Atualmente seus antigos sucesso são facilmente conhecidos por jovens. Seja por ouvir o bom e velho suíngue do cantor entre as canções dos seus pais, ou quando Sérgio Mendes regrava o sucesso ao lado do grupo The Black Eyed Peas. Tornando, mais uma vez, um hit das paradas.
Sérgio Mendes e The Black Eyed Peas - Mas que nada
Só me resta desejar mais e mais sucesso ao nosso mestre do suíngue. Que venham novos hits, novas canções e novas parcerias pela frente. Salev Ben Jor! Salve o suíngue! Salve a simpatia! Salve a música brasileira!
Jorge Ben Jor e Caetano Veloso - Ive Brussel
Jorge Ben Jor e Zeca Pagodinho - Taj Mahal e Fio Maravilha
Distâncias
Era quase 23h quando conversava (ontem) pela internet com meu irmão de vida, o Cubano. Ele na europa fria e distante, eu aqui no calor dos trópicos tupiniquins. Os dois vivendo e comentando a distância física e geográfica em que nos encontramos.
De repente ele me diz que não posso levar meus planos adiante porque quase não nos veremos mais. Eu também o questiono quanto a sua estadia européia, o que acabará fazendo mais distante ainda nossos encontros e conversas Brasília afora. Nossas andanças pela ruas da capital localizada no Planalto Central.
Com isso serei obrigado (não que isso seja ruim) a conhecer o velho mundo. Já até arranjei outra boa companhia nessa futura viagem. Paulinho já se dispôs a ser meu companheiro na travessia do Atlântico e meu tradutor oficial e particular (hehehehe).
Em contrapartida apresentarei ao Cuba as belezas do país tropical. Sim, as noites, as praias e as pessoas fantásticas que se encontram no melhor do meu Brasil. Se prepara moleque, estes próximos anos serão nossos anos. Acredite!
Nossas vidas estão ganhando rumos diferentes. Etinerários que o destino nos traçou. Mas que nem por isso acabará ou diminuirá nossa amizade. A vida não nos fará ausentes, apenas nos distanciará um pouco.
Zizi Possi e Luiza Possi - Haja o que houver
Antes que comentáros maldosos e preconceitosos sejam feitos, sim amo este meu amigo. Se tem uma coisa da qual jamais me envergonhei foi em declarar meu amor por todos aqueles que me querem bem e que me fazem bem. Amo todos os meus amigos, amo a minha família, amo meus amores e ex-amores. Cada um com sua merecida e devida parcela do amor que tenho pra dar. Cada um muito bem amado.
De repente ele me diz que não posso levar meus planos adiante porque quase não nos veremos mais. Eu também o questiono quanto a sua estadia européia, o que acabará fazendo mais distante ainda nossos encontros e conversas Brasília afora. Nossas andanças pela ruas da capital localizada no Planalto Central.
Com isso serei obrigado (não que isso seja ruim) a conhecer o velho mundo. Já até arranjei outra boa companhia nessa futura viagem. Paulinho já se dispôs a ser meu companheiro na travessia do Atlântico e meu tradutor oficial e particular (hehehehe).
Em contrapartida apresentarei ao Cuba as belezas do país tropical. Sim, as noites, as praias e as pessoas fantásticas que se encontram no melhor do meu Brasil. Se prepara moleque, estes próximos anos serão nossos anos. Acredite!
Nossas vidas estão ganhando rumos diferentes. Etinerários que o destino nos traçou. Mas que nem por isso acabará ou diminuirá nossa amizade. A vida não nos fará ausentes, apenas nos distanciará um pouco.
Zizi Possi e Luiza Possi - Haja o que houver
Antes que comentáros maldosos e preconceitosos sejam feitos, sim amo este meu amigo. Se tem uma coisa da qual jamais me envergonhei foi em declarar meu amor por todos aqueles que me querem bem e que me fazem bem. Amo todos os meus amigos, amo a minha família, amo meus amores e ex-amores. Cada um com sua merecida e devida parcela do amor que tenho pra dar. Cada um muito bem amado.
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