Aliás... voltamos! Retomando as postagens e a atualização dos blogs. Tanto do Candango Calango, quanto do Brasil Musicado. Pouco mais de um ano após a perda da minha mãe, seguida pela da minha vó, retomo as postagens, com bem mais frequência, por aqui e por lá.
Por falar em Brasil Musicado, espia lá! Tem texto novo, muito bem acompanhado por Tom Jobim, Vanessa da Mata, Itamar Assumpção, Zélia Duncan, Martinho da Vila e Ney Matogrosso. Vale conferir e ouvir.
Brasil Musicado: brasilmusicado.blogspot.com
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sexta-feira, 25 de outubro de 2013
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Encontros Musicais: 27/08
Talvez esta seja a postagem mais diversificada entre as que já coloquei no nosso blog. Boa parte dessas músicas não ganhou as rádios brasileiras, mas vale o encontro. Como sempre, de ótima qualidade.
Marina Machado e Samuel Rosa - Grilos
Roberta Sá e Lenine - Fogo e Gasolina
Fagner e Zeca Baleiro - Fanatismo
Rita Lee e Cássia Eller - Luz del fuego
Ney Matogrosso e Pedro Luís e a Parede - Jesus
Marina Machado e Samuel Rosa - Grilos
Roberta Sá e Lenine - Fogo e Gasolina
Fagner e Zeca Baleiro - Fanatismo
Rita Lee e Cássia Eller - Luz del fuego
Ney Matogrosso e Pedro Luís e a Parede - Jesus
segunda-feira, 15 de março de 2010
Encontros Musicais - 15/03
Os encontros de hoje representam grandes parcerias que renderam álbuns inteiros com estes duetos. Começando pela parceria de Pedro Luís (e a sua parede) com o mestre Ney Matogrosso.
Ney Matogrosso e Pedro Luís e a Parede - O mundo
Titãs e Os paralamas do Sucesso - Marvin
Fagner e Zeca baleiro - Palavras e Silêncio
Simone e Zélia Duncan - Mãos Atadas
Roberto Carlos e Caetano Veloso - Wave
Ney Matogrosso e Pedro Luís e a Parede - O mundo
Titãs e Os paralamas do Sucesso - Marvin
Fagner e Zeca baleiro - Palavras e Silêncio
Simone e Zélia Duncan - Mãos Atadas
Roberto Carlos e Caetano Veloso - Wave
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Dia do Samba - Parte 1
No Brasil do início do século XX a paisagem do Rio de Janeiro começou a mudar de maneira vertiginosa. Capital da recém proclamada República, o Rio via os cortiços se espalharem pela cidade e junto deles o aumento da população negra. Em grande parte sua transformação era impulsionada pela abolição da escravatura que levou muitos “ex-escravos” para a cidade.
Mart'nália e Caetano Veloso - Pé do meu samba
No início da década de 1890 já havia mais de meio milhão de habitantes na cidade, sendo que apenas a metade era natural da capital. O Rio atraía milhares de pessoas e se transformava em um epicentro político, social e cultural do país. Diante do grande crescimento demográfico, a elite carioca queria tornar a capital em um lugar mais civilizado.
Zeca Pagodinho - Quando a gira girou
O conceito de civilização, defendido pela elite carioca da época, tinha na verdade outras intenções. A de retirar do centro da cidade a parcela pobre e negra da população. É nesse momento histórico que nascem as favelas cariocas. A parcela humilde da sociedade se vê obrigada a subir os morros e construir seus barracos.
Ney Matogrosso e Moreira da Silva - Na subida do morro
A exclusão dos negros aconteceu não apenas no ponto habitacional, quando o governo os retirou da cidade, ela aconteceu em todos os aspectos. Escolas e fábricas também não os aceitaram, alegando que faziam isso para estarem compatíveis com as exigências do mercado urbano.
Exaltasamba e Racionais MC's - Favela
Foi essa exclusão que motivou ainda mais os negros a reforçarem sua cultura e sua forma de sociabilização, transmitidas pelas instituições religiosas afro-brasileiras. São nas festas ou reuniões familiares que eles se libertam do olhar preconceituoso da sociedade. A realização das festas acontecia, em sua maioria, na casa das tias, ou tios (como eram conhecidos), espalhados pela cidade.
Nelson Sargento e Teresa Cristina - Agoniza mas não morre
Mart'nália e Caetano Veloso - Pé do meu samba
No início da década de 1890 já havia mais de meio milhão de habitantes na cidade, sendo que apenas a metade era natural da capital. O Rio atraía milhares de pessoas e se transformava em um epicentro político, social e cultural do país. Diante do grande crescimento demográfico, a elite carioca queria tornar a capital em um lugar mais civilizado.
Zeca Pagodinho - Quando a gira girou
O conceito de civilização, defendido pela elite carioca da época, tinha na verdade outras intenções. A de retirar do centro da cidade a parcela pobre e negra da população. É nesse momento histórico que nascem as favelas cariocas. A parcela humilde da sociedade se vê obrigada a subir os morros e construir seus barracos.
Ney Matogrosso e Moreira da Silva - Na subida do morro
A exclusão dos negros aconteceu não apenas no ponto habitacional, quando o governo os retirou da cidade, ela aconteceu em todos os aspectos. Escolas e fábricas também não os aceitaram, alegando que faziam isso para estarem compatíveis com as exigências do mercado urbano.
Exaltasamba e Racionais MC's - Favela
Foi essa exclusão que motivou ainda mais os negros a reforçarem sua cultura e sua forma de sociabilização, transmitidas pelas instituições religiosas afro-brasileiras. São nas festas ou reuniões familiares que eles se libertam do olhar preconceituoso da sociedade. A realização das festas acontecia, em sua maioria, na casa das tias, ou tios (como eram conhecidos), espalhados pela cidade.
Nelson Sargento e Teresa Cristina - Agoniza mas não morre
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