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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Fazeres

Já me disseram muitas coisas. Já me disseram o que fazer, como fazer e onde fazer. Já me disseram até o que não deveria ser feito, mas algumas vezes não justificaram os motivos para isso.
Ignorei e fiz, porque precisava fazer; porque nada me impedia de fazê-lo. Ainda não sei o que me virá como resultado, mas tenho certeza de que se eu não tivesse feito nada, nada aconteceria.

Cássia Eller e Fábio Allman - Faça o quiser fazer

quarta-feira, 2 de março de 2011

Dicionário Musical: amor (10)

Amor: afeição profunda; objeto dessa afeição; conjunto de fenômenos cerebrais e afetivos que constituem o instinto sexual; afeto a pessoas ou coisas; paixão; entusiasmo.

Cássia Eller - Todo amor que houver nessa vida



João Bosco - Quando o amor acontece


Sandra de Sá - Retratos e canções


Léo Jaime - Eu preciso dizer que te amo


Maria Bethânia - Amor de índio


Armandinho - Eu juro


Pepeu Gomes e SNZ - Mil e uma noites de amor

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Dicionário Musical: amor (6)

Amor: afeição profunda; objeto dessa afeição; conjunto de fenômenos cerebrais e afetivos que constituem o instinto sexual; afeto a pessoas ou coisas; paixão; entusiasmo.

Paulinho Moska e Angela Ro Rô - Amor, meu grande amor


Cartola - O mundo é um moinho


Chico César e Maria Bethânia - Onde estará o meu amor?


Zélia Duncan - Pelo sabor do gesto


Apoena - Toda forma de amor


Cássia Eller - Gatas extraordinárias


Maria Rita - O que é o amor?


Pedro Mariano - Quase amor

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Dicionário Musical: amor (4)

Amor: afeição profunda; objeto dessa afeição; conjunto de fenômenos cerebrais e afetivos que constituem o instinto sexual; afeto a pessoas ou coisas; paixão; entusiasmo.

Cássia Eller e Fabão - Nada vai mudar isso


Zeca Baleiro - Meu amor, meu bem, me ame


Paula Fernandes - Pássaro de fogo


Jorge Vercilo e Ana Carolina - Abismo


Roberta Sá - Mais alguém


Leoni e Rodrigo Maranhão - Falando de amor


Paula Toller - Meu amor se mudou pra Lua


Cazuza - O Nosso Amor a Gente Inventa (História Romântica)

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Clássico é clássico!

Clássicos não faltam no repertório dos Paralamas do Sucesso. Na estrada desde meados dos anos 1980, a banda de rock consolidou-se no cenário musical brasileiro e latino. O sucesso trouxe como resultado um público fiel a cada show e inúmeras versões feitas por bandas e cantores, também fãs do trabalho "paralâmico".

Chimarruts - Meu Erro


Cássia Eller - Lanterna dos Afogados


Greice Ive - Uma Brasileira


Maria Gadú - Loirinha Bombril

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Encontros Musicais: 27/08

Talvez esta seja a postagem mais diversificada entre as que já coloquei no nosso blog. Boa parte dessas músicas não ganhou as rádios brasileiras, mas vale o encontro. Como sempre, de ótima qualidade.

Marina Machado e Samuel Rosa - Grilos


Roberta Sá e Lenine - Fogo e Gasolina


Fagner e Zeca Baleiro - Fanatismo


Rita Lee e Cássia Eller - Luz del fuego


Ney Matogrosso e Pedro Luís e a Parede - Jesus

quarta-feira, 7 de julho de 2010

(Anti) Sentimental

Morte fede. Sim, ela tem cheiro forte e desagradável. Hoje senti esse cheiro e me assustei. Logo procurei por algum sinal dela. Algum corpo, algum morto, algum outro que também estivesse sentindo esse cheiro e me comprovasse que não estava louco.

A morte sempre nos rodeia, mesmo que não estejamos prontos é preciso lembrar que ela está sempre disposta e na ativa. Assim como a vida surge a cada segundo, a morte perde-se a todo instante. Morrem pensamentos, desejos, bichos, plantas, gente jovem, gente velha, gente feia, gente bonita, gente que amamos, gente que odiamos, gente que desconhecemos, gente que idolatramos e todos aqueles que estiverem vivos.

Quantas vezes morremos na vida? Nas decepções, nas frustrações, nas perdas e em tantas situações cotidianas. Acho que todo mundo convive com a morte tanto quanto convive com a vida. Talvez poucos pensem na morte e a enxerguem num sentido mais amplo do que meramente como alguém perder a vida. Sinto ser eu quem vá trazer essa informação, mas a morte não descança nem mesmo no sétimo dia.

Me lembrei do primeiro corpo que vi. Não do primeiro morto, mas da primeira pessoa morta de uma forma brutal. Pra aumentar ainda mais a dose de crueldade se tratava de uma menina, atropelada em uma ladeira e arrastada por metros até ser esquartejada. Eu e meu irmão ficamos chocados, mas algo nos manteve de certa forma indiferentes àquilo.

Ainda hoje me lembro da cena. Do jornal que cobria o pequeno corpo ser levantado pelo vento e arrancar gritos de horror da plateia, que por um instante esqueceu da praia e dos encantos litorâneos. Após o jornal descobrir a menina e a boneca próxima a ela, eu, meu irmão e muitas dezenas deixaram o local. Talvez por termos visto mais do que esperávamos ali.

Desci a ladeira segurando na mão do meu irmão. Assustado, mas assim que voltei a praia relatei a cena para minha família e logo estava distraído entre o mar, a areia e as pessoas. Acho que minha relação com a morte já estava destinada a ser algo comum. Anos depois fui trabalhar em um jornal policial, lidando com assassinatos ainda mais brutais e cruéis do que a menina na ladeira.

Trabalhar com a morte me fez vê-la com uma carga dramática bem menor do que a grande maioria. Em alguns momentos com frieza e certa indiferença, mas o tempo retomou o espanto de antes com relação à morte. Mas não levou o cheiro forte de sangue e de corpos em decomposição que sempre queima e impregna as narinas.

Mas o preço quase sempre é caro. Lidar com a morte é tornar-se mórbido. É adquirir a frieza e a indiferença necessárias para realizar o trabalho, mas exageradas para viver a vida. Dosar essa apatia para a situação profissional e não levá-la para a pessoal não é fácil. E quando não se consegue fazer isso deixamos morrer em nós aquilo que mais nos faz vivos e humanos: os sentimentos.

Cássia Eller - Socorro

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Momento Alice Ruiz

"Você deixou tudo a tua cara. Só pra deixar tudo com cara de saudade."

"
Lembra o tempo que você sentia.
E sentir era a forma mais sábia de saber e você nem sabia?"

"Amigos não são números.
Amizade é presença permitida.
Ausência necessária.
E sempre presente."


"
Se a obra é a soma das penas, pago. Mas quero meu troco em poemas."

"
O amor que dedico a um amigo é algo sem palavras. É sorrir por dentro. Chorar de emoção... Calar se preciso."

"Existir não se resume a esse momento nunca.
Nesse momento existir se resume."

"
Um incêndio basta pra consumar esse jogo.
Uma fogueira chega pra eu brincar de novo."

Cássia Eller - Socorro



terça-feira, 4 de maio de 2010

Salve Hebert Vianna!

Poucos artistas tiveram uma história tão cheia de tramas e enredos como o nosso aniversariante de hoje. Entre as dificuldades Herbert Vianna renasceu e comprovou o status de grande ícone da música popular e do pop rock nacional.

Filho de militar, irmão do sociólogo Hermano Vianna, o vocalista dos Paralamas do Sucesso construiu ao longo dos seus 49 anos de vida, uma bem sucedida carreira. Fruto da geração do rock anos 80, Herbert é uma das figuras mais queridas no cenário musical.

Salve Herbert Vianna! Salve Os Paralamas! Salve a música brasileira!

Ira! e Os Paralamas do Sucesso - Envelheço na cidade


Herbert Vianna e Zélia Duncan - Partir, Andar


Herbert Vianna e Renato Russo - Nada por mim


Os Paralamas do Sucesso e Marisa Monte - O amor não sabe esperar


Leoni e Herbert Vianna - Por que não eu?


Fernanda Abreu e Herbert Vianna - Veneno da Lata


Gal Costa e Herbert Vianna - Lanterna dos Afogados


Daniela Mercury e Herbert Vianna - Só pra te mostrar


Titãs e Os Paralamas do Sucesso (part. Samuel Rosa) - O Beco


Herbert Vianna e Sandra de Sá - Vamos viver


Os Paralamas do Sucesso e Nando Reis - Pétalas


Herbert Vianna e Cássia Eller - Mr. Scarecrow


Os Paralamas do Sucesso e Frejat - Uns Dias

terça-feira, 6 de abril de 2010

Encontros Musicais 06/04

Mais uma vez os encontros de gerações acontecem aqui no Brasil Musicado. Começamos por Gilberto Gil e Maria Rita, homenageando a inesquecível Elis Regina.

Gilberto Gil e Maria Rita - Amor até o fim


Luiz Melodia e Cássia Eller - Juventude transviada


João Bosco e Yamandú Costa - Linha de passe


Gal Costa e Zeca Baleiro - Vapor Barato/À flor da pele


Sandra de Sá e Toni Garrido - Não vá

sábado, 20 de março de 2010

O supermercado da vida

Faça sua escolha. Assim como nas prateleiras dos supermercados, muitas das escolhas que fazemos na vida estão ali ao nosso alcance. Boa parte depende apenas do nosso movimento, nosso gesto de pegá-las e carregarmos conosco.

Uma aquisição sem devolução, prazo de validade ou formas de armazenamento. Quanto ao valor... quase sempre a cobrança é tardia. Leva tempo para se pagar por esse produto não-perecível. Paga-se pouco, paga-se muito, ou mesmo recebe-se um bônus, um vale compra para outras escolhas.

Agora lembre-se, a vida também tem seus modismos. Segue tendências, estações e logo será preciso se atualizar. Abrir mão do que estiver fora de moda e buscar o atual. Afinal escolhas são, sim, um produto de consumo. Algumas são feitas para serem exibidas, ou pelo menos é o que alguns dos seus "consumidores" acreditam.

Só não deixe de fazer a sua escolha. Certa ou errada, faça! Os ajustes necessários, os acessórios, complementos e suprimentos serão adquiridos com o passar do tempo, mas por favor não deixe de escolher. Mesmo o ato de não fazer escolhas é, de certa forma, uma grande escolha. Mas a vida não acontece sem isso.

Me disseram que a vida é possível apenas por causa da água. Que loucura! A vida é possível pelas escolhas. Opte por não viver, nem mesmo o oceano poderá lhe trazer a vida. Mas quando você escolhe a vida, decide por lutar, renova suas forças e energiza-se da vontade de não se entregar. Sobrevive por dias debaixo de escombros, por horas em alto mar.

Escolher viver e lutar, este é o elemento fundamental à vida. Por isso não nos foi permitido viver ausentes, sem querer tomar partido ou atitude. Todos os dias assinalamos escolhas na prova da vida e todos os resultados são lições. Escolha, experimente, tente, ouse. Só não esqueça que tudo isso tem um preço.

(Confesso, lombrei bonito dessa vez. Que texto "coisado"! hehehe)

Cássia Eller - Aprendiz de feiticeiro

segunda-feira, 15 de março de 2010

Canções Amigas

É difícil buscar a definição de alguém que é tão parecido com a gente. Em outras vidas o que será que eu fui dessa amiga tão importante pra mim? Michelle parece ser meu juízo, minha voz interna que ecoa dentro da minha cabeça e que não sei agir sem ouví-la. Michelle, meu relicário. É nela que se deposita o melhor de mim.

Cássia Eller e Nando Reis - Relicário

quinta-feira, 4 de março de 2010

Dicionário Musical: praia

Praia: orla de terra geralmente coberta de areia junto ao mar; litoral.

Ultraje a Rigor - nós vamos invadir a sua praia


Cássia Eller - Vento no litoral


Charlie Brown Jr. - Zóio de lula


Jorge Vercilo - Praia nua


Nação Zumbi e Os Paralamas do Sucesso - A praieira

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Trilhas Sonoras - 6

Cássia Eller - Segundo Sol (Tema Zeca e Nelinha)


Ivan Lins - Lembra de mim


Jorge Ben Jor - Xica da Silva*

*abertura feita pelo SBT

Frenéticas - Dancin' days


Victor e Léo - Deus e eu no sertão

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Encontros Musicais - 18/11

Nossos encontros de hoje trazem"casais" de bambas. É o samba pedindo passagem para desfilar em grande estilo na passarela do Brasil Musicado. Começamos pelos bambas Elza Soares e Jorge Aragão.

Jorge Aragão e Elza Soares - Malandro


Luiz Melodia e Cássia Eller - Juventude transviada


Chico Buarque e Mart'nália - Sem compromisso


Arlindo Cruz e Sandra de Sá - Casal sem vergonha

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Dicionário Musical: menina

Menina: criança ou adolescente do sexo feminino; garota, mocinha.

Marina Elali - Xote das meninas


Biquini Cavadão e Cláudia Leite - Romance Ideal


Ritchie - Menina veneno


Cássia Eller - Malandragem

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Tributos

A morte é com certeza inevitável, mas algumas pessoas tornaram-se eternas pelo seu trabalho e pela sua história de vida. Por isso, hoje é o dia dos nossos eternos artistas que já não estão mais conosco.

Cássia Eller - Meu mundo ficaria completo (com você)


Tim Maia - Gostava tanto de você


Raul Seixas - Canto para a minha morte


Legião Urbana - A Via Láctea*

*cenas do filme Minha Vida

Cazuza - Boas novas


Elis Regina - Corsário

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Trilhas Sonoras

A música é mesmo fundamental para a nossa cultura. As telenovelas além de suas tramas e enredos contam com a ajuda de peso das trilhas sonoras. Ao lado dos clipes, esse é um genial artifício que torna a música um produto comercial (não apenas no rádio mas também na televisão) e consequentemente visual.

Como não identificar determinado personagem àquela música? Muitos pares românticos ficaram marcados por suas trilhas sonoras.

Paula Fernandes e Almir Sater - Jeito de Mato


Cássia Eller - Palavras ao vento


Tribalistas - Velha infância


Além de incrementar novelas, filmes e seriados, as trilhas já venderam milhões de cópias em um passado não muito distante. Hoje é quase impossível esperar essa venda milionária com a internet distribuindo gratuitamente e ilegalmente as músicas selecionadas para essas produções.

Assim como a música tema dos personagens, as aberturas também marcaram época e ficaram na lembrança dos telespectadores.

Lindomar Castilho - Doida demais


Astrud Gilberto e João Gilberto - Corcovado(Quiet Nights)


Vange Leonel - Noite preta


Elis Regina - Alô! Alô! Marciano


Zeca Pagodinho - Jura


Caetano Veloso - Você é linda


Dudu Nobre - A grande família


quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Dia do compositor

Hoje deve ser um dia de muita inspiração aqui no nosso blog. Afinal, nossos compositores são responsáveis pela bem sucedida música brasiliera e nada melhor do que homenagear alguns deles, homenageando a todos.

Vanessa da Mata - Música


Lulu Santos - Tempos Modernos


Zélia Duncan - Tudo sobre você


Leoni - Só pro meu prazer


Nando Reis é um dos melhores compositores de atualidade. Seja na sua voz ou na de tantos outros artistas, suas canções acabam tornando-se sucesso. Cássia Eller, sua principal intérprete, que o diga.

Cássia Eller - O segundo sol

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Todo dia é dia de música popular brasileira - parte 2

Hoje quero trazer mais pessoas fundamentais à nossa música. Como você entende o conceito de música popular? João Gilberto, com sua voz "tímida", violão nas mãos e silêncio absoluto na platéia, ou Carmem Miranda com sua exuberância e seus balangandãs?

Começamos pelas Gerais e (talvez) seu mais importante artista. Cantor e compositor, Milton Nascimento é um dos principais nomes da música, não apenas mineira, mas nacional.

Milton Nascimento - Travessia


Cazuza foi reconhecido por suas composições e vida fora dos padrões para uma sociedade assustada com anos de regime militar e cheia de falsos valores e moral duvidosa. Mas o poeta soube muito bem, na breve passagem pela vida e pela música se tornar grandioso e eterno.

Barão Vermelho e Cazuza - Codinome Beija-flor


Nos morros cariocas, Cartola viveu uma vida à margem do sucesso. Depois de muitos anos, olharam para o velho sambista e reconheceram a beleza e a verdade no samba feito de cima da favela e do fundo do coração. Samba que falava de amor, sofrimento e tudo aquilo que todos nós vivemos.

Cartola - Peito vazio


Acredito que nem mesmo Fagner achou que, lá atrás, quando Elis Regina gravou uma de suas canções, ele chegaria onde chegou. Não que ele não seja digno do sucesso que tem. Representando muito bem o Ceará, o compositor é um talento que genialmente se renovou nos últimos anos em sua parceria com o jovem Zeca Baleiro. Talento à parte, Fagner viveu muito tempo em uma briga judicial com a família da poetisa Cecília Meireles, que o acusava de plágio. Plágio ou homenagem, ainda bem que ele musicou a poesia e nos encantou.

Fagner - Canteiros


Cássia Eller é mais um daqueles casos de grandes talentos que perdemos prematuramente. A mulher tímida fora dos palcos se tornava grandiosa em cada apresentação. Com o rock nas veias ela soube também ser sutil e delicada em seu cantar.

Cássia Eller - O segundo sol


O nordeste também trouxe um rei aos nossos rádios e universo musical. Gonzagão foi rei do baião e representou uma parcela importante de um Brasil que surgia no século XX. Parcela essa que migrava aos grandes centros e ajudou a construir nosso país.

Luiz Gonzaga - Vida de viajante


Vamos à Bahia, ou seria Portugal, ou o mundo? Bem, Carmem Miranda nunca foi baiana, muito menos brasileira. A portuguesinha levou o Brasil no coração, já que veio muito nova com a família viver no país. Mas sua música, essa sim, era brasileiríssima.

Carmem Miranda - O que é que a baiana tem?


Não é à toa que Roberto Carlos é chamado de rei, ainda hoje. Ao lado de Erasmo compôs inúmeros sucessos, vendeu milhões de discos enquanto muita música "refinada" e "culta" vendia milhares de cópias. Canções de amor que acertavam em cheio militares, intelectuais e pessoas mais simples. Isso sim, foi música popular, mesmo que ainda hoje sofra preconceito.

Roberto Carlos - Detalhes


Jorge Ben Jor levou seu suínge e simpatia para o seleto grupo dos grandes da MPB. Carioca sangue bom, Ben Jor ainda hoje é referência e influência para muitos artistas nacionais e internacionais.

Jorge Ben Jor - Taj Mahal


A paraibana da família Ramalho sempre soube que o palco era seu lugar. Atriz e cantora, Elba não demorou para conquistar seu espaço e reconhecimento no cenário artístico. A cantora faz parte de um seleto grupo de artistas e amigos nordestinos surgidos na mesma época: Zé Ramalho, Alceu Valença e Geraldo Azevedo.

Elba Ramalho e Geraldo Azevedo - Frisson


Zé é tido por muitos como um profeta nordestino. Zé Ramalho é com certeza um dos grandes compositores de nossa música. Com canções geniais soube fazer de uma homenagem ao avô um sucesso, ou mesmo adentrar no universo sertanejo (ao lado da dupla Chitãozinho e Xororó) e conquistar novos fãs.

Zé Ramalho - Chão de giz


Enceramos por hoje com a serenidade baiana de Gilberto Gil. Talentoso compositor que foi vítima da ditadura, mas "deu a volta por cima" e hoje mostra sua genialidade. Ao lado de Caetano, Gal e Bethânia fez parte dos Doces Bárbaros e rodou por todo o país durante a década de 1970.

Gilberto Gil - Drão